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12.17.2012

Novidades!

Há mais de 1 mês que não escrevo e, sinceramente, nem sequer tenho lido os vossos cantinhos.

Já estou de férias por Portugal há pouco mais de 2 semanas. Temos tentado aproveitar ao máximo mas, como é óbvio, com um bebé as saídas a 2 têm sido poucas (apenas duas até ao momento). O meu dia a dia em Portugal não é muito diferente do que tenho em França. As noites continuam a ser más contudo, a princesinha (quase com 10 meses :0 ) tem feito pouquissimas birras, provavelmente porque se sente mais ocupada e com mais atenção durante todo o dia. Por causa disto, andamos a pensar colocá-la na creche no decorrer do próximo ano (a ver vamos se tenho coragem!).

As únicas 2 saídas que tive com os meus amigos fizeram-me maravilhas e mal posso esperar pela próxima. Quando estou com eles sinto-me verdadeiramente uma jovem, uma mulher, além de esposa e de mãe!

A mudança de look que tanto falei ... saí do cabeleireiro com o mesmo corte do costume. A cabeleireira achou que, por ter cabelo fino e testa alta, não posso fazer franja. Deve perceber tanto de cabelos como eu percebo de batatas!


11.05.2012

O peso de ser mãe jovem

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Os jovens com filhos serão sempre olhados de lado, sejam eles responsáveis, dedicados ou não.

Na rua, são muito os comentários em relação a isso. Por acaso, nunca me aconteceu serem negativos mas escutámos-los imensas vezes. Até agora têm-nos dito que é bom ter um filho em jovem idade contudo, bem sei que a maioria não pensa da mesma forma. Uma coisa é certa, ninguém tem que concordar que ser mãe antes dos 30 é uma boa opção, é uma opinião pessoal. Porém, uma outra coisa também é certa, concordando ou não, ninguém tem o direito de fazer juízos de valor sem qualquer tipo de conhecimento da vida monetária e sentimental de cada casal. Aliás, idade, seja ela 20 ou 40, não significa capacidade de amar e tratar.

A grande diferença entre uma mãe de 20 anos e outro de 30? A sociedade coloca à mãe mais jovem um peso em cima dos ombros: provar que sabe e tem possibilidades de cuida de um bebé.


10.02.2012

Foi bom enquanto durou

Já aqui tinha escrito sobre as mudanças na minha vida com a chegada de um bebé. Mencionei na mesma que continuava a tomar banhos durante o tempo desejado. Não menti mas, agora com 7 meses, as palavras são outras ...

Desde os seus 3, 4 meses que a colocava comigo na casa-de-banho. Sentadinha na sua espreguiçadeira, ficava completamente entretida a olhar em volta, a brincar ou simplesmente a ouvir o barulho da água. Como temos apenas duche, fechava inclusive a porta do duche e não havia choro (abria de vez em quando para ver como estava e falar com ela).

Ontem, chorou pela primeira vez. Agora começa a aperceber-se que a mãe desaparece quando a porta fecha e algum tipo de medo se apodera dela.

A partir de agora terei que tomar banho quando o pai estiver em casa. Foi bom enquanto durou mas a bebé está a crescer e novas mudanças a acontecer.

9.18.2012

Recordações

Sou daquelas pessoas que gosta de ter uma recordação de todas as pessoas importantes. Desde que a minha filha nasceu esse interesse passou a ser ainda maior. Faço questão de guardar todos os seus momentos, seja através da roupa, papel, vídeo ou fotografia. Até ao momento, tenho um pequeno documento com todos os marcos importantes nestes seus quase 7 meses de vida. Marcos como o primeiro sorriso, o primeiro dente ou a primeira vez que gatinhou.

Esta minha publicação surge após ter lido a última da Isa P. sobre o mesmo assunto. No post foi colocada a foto de uma impressão das mãos de mãe e filho. Assim que a vi, peguei na princesa e "corri" para a impressora. O resultado foi este:

A pequenina portou-se lindamente e deixou a sua mãozinha durante todo o tempo necessário.

Obrigada Isa!

9.14.2012

Nostalgia

Weheartit
Desde que a L. nasceu noto que as horas, dias, semanas passam demasiado rápido! Acredito que seja por estar constantemente ocupada e, quando olho para o relógio, está novamente na hora de ir para a cama. Por um lado não me importo mas por outro ... a minha bebé está a crescer à velocidade da luz e eu tenho receio de não estar a aproveitar ao máximo. Os momentos de nostalgia vão aparecendo e, pelo que dizem, devem piorar e aumentar com o tempo.

Tempo procura-se

Dia após dia, vou descobrindo que escrever num blogue e ser mãe de uma bebé de 6 meses é tarefa muito complicada! O meu belo rabo só se senta na cadeira quando ela dorme e, nessas alturas, existe milhares de coisas a pôr em dia. Quando acordada, tenho que ter toda a atenção na gatinha/macaquinha que corre (em 4 patas) e trepa tudo!

O inicio da noite é para descansar as costas, ver um belo filme e rezar por uma boa noite.

A lista de filmes desta semana:
- The Cabin in the Woods (2011) - Comédia/terror, começou bem mas terminou muito mal. ★✩✩✩
- Erin Brockovich (2000) - Julia Roberts espectacular no papel de Erin Brockovich! Um filme baseado numa história real. Erin é mãe de 3, solteira, desempregada. Uma mulher lutadora que não pára até conseguir um emprego. Com certeza, a história de muitas mulheres de hoje em dia.  ★ ★ ★ ★ ★
- The Black Ballon (2008) - A história de uma família comum filho autista. Muito bom!  ★ ★ ★ ★ ✩

Entretanto irei também acompanhar a nova temporada do X Factor americano que começou no passado dia 12 de Setembro.

9.05.2012

A separação

Nesta altura, muitos bebés com a idade da L., entram ou vão entrar para a creche/ama. É aqui que se dá a segunda grande separação entre mãe e filho.

A L. está com 6 meses e meio e, através da conciliação do meu horário com o horário do pai, ela não precisa sair de casa. Quando eu trabalho, fica com o pai e vice-versa.

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Sei perfeitamente que sou uma sortuda porém, por vezes, gostava de ter um emprego que exigisse mais de mim. O que tenho neste momento, exige apenas esforço físico e, no fundo, pouco ou nada se aprende. Adoro aprender, pensar e repensar, utilizar o conhecimento que fui ganhando ao longo dos anos. É aqui que surge a tristeza por estar um país onde não se fala a minha língua. Nunca gostei de francês e não me sinto nada confortável com a língua, apesar de ter evoluído bastante e conseguir ter uma conversa perfeitamente normal. Não tenho motivação suficiente para investir num local onde não me sinto em casa.

8.31.2012

Refeição da pequenina

Adoro fazer as refeições da minha filha! O facto de ela (por agora) ser boa boca é um óptimo incentivo, devo dizer.
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Adora tudo o que lhe dou, estando a fruta em primeiro lugar e a papa em último. É verdade, desde a altura em que ainda estava na barriga, que eu digo que ela não é adepta de doces e estava completamente certa! Portanto, raramente lhe dou a papa. Trocamos a refeição por um iogurte ou leite com bolachas.
Quanto á sopa, até ao momento, aceitou todos os legumes introduzidos. Igualmente com a fruta - maçã, pêra, banana, pêssego e melão - individualmente ou em conjunto, feito pela mamã, é tudo bem vindo.

O única problema na hora da papinha é controlar a sua energia! Ela não gosta de estar demasiado tempo quieta e muito menos presa a uma cadeira ou até no colo. É nesta altura que uso os meus dotes vocais (ela gosta, é o que interessa), a minha capacidade para inventar histórias (felizmente ainda não precisa de ter nexo) ou recorre a desenhos animados no Youtube (evito).

8.17.2012

Calmaria de pouca duração

A grande maioria das recém-mamãs habitualmente dizem que o seu recém-nascido é do mais calmo que há, basicamente um comer e dormir.
Eu, que também já passei por essa fase, não consigo deixar de  achar engraçado. Os primeiros 2, 3 meses são assim mesmo, uma calma nunca vista e a explicação é bastante simples: o bebé pensa que ainda está na barriguinha da mãe.
Assim que acordam para o mundo, como costumo dizer, algumas coisas mudam.  Surge então a exigência por muita atenção, muito mimo, muito colo e muita brincadeira, tudo a que têm direito! Alguns continuam a calmaria dos primeiros dias mas, são poucos. É nesta altura que o nosso papel começa a fazer sentido.

A minha L. quando nasceu era das mais calmas de toda a clínica. Era constantemente elogiada por enfermeiras e mães. Hoje, com quase 6 meses, tem energia como nunca vi e é uma especialista a exigir tudo aquilo que mencionei anteriormente! Arrasta-se por toda a casa (entretanto já aprendeu a posição para gatinhar), mexe em tudo que esteja ao seu alcance, faz pequenas birras quando lhe tirámos algo das mãos, é muito sorridente e linda que se farta!


8.06.2012

E quando nasce um bebé?

Não é novidade que a partir do momento em que nasce um bebé a nossa vida muda. Há quem diga que muda radicalmente, acredito que assim seja com alguns casais mas não com todos. É fundamental a entre-ajuda e, acima de tudo, a existência de muito amor.

Obviamente que muitas foram as mudanças no nosso dia-a-dia. Acabaram (por agora) os fins de semana sem horários, o deitar cedo, o acordar tarde, o ver um filme sem interrupções, sair para qualquer lugar sem pensar se está demasiado frio ou demasiado calor. Mas, apesar de toda esta mudança, é possível ter um bocadinho da vida de antes.

A minha L. está com 5 meses e, mesmo com toda a sua energia, vou conseguindo descansar. Continuo a ter alguns momentos só para mim (como neste preciso momento, enquanto ela dorme), a ver filmes (como fiz ontem, enquanto o pai cuidava dela), a ver televisão, a ouvir música, a tomar banho durante o tempo que quero. O inicio da noite é totalmente e apenas para o casal, mesmo que seja unicamente durante o fim de semana.

E como são as nossas saídas? Muito sinceramente, completamente tranquilas! Não tenho qualquer problema em preparar uma mala com tudo o que ela necessita (não é preciso assim tanto tempo) e colocá-la no carro. Aliás, grande parte das coisas que preciso, como fraldas e toalhitas, estão sempre lá, só tenho que verificar se é preciso repor o stock e de seguida acrescentar o que será a sua alimentação. Continuo a almoçar e a jantar fora, a fazer compras, a passear por todo o tipo de sítios.

E sabem mais? Não temos qualquer tipo de ajuda, sou eu, o meu marido e ela. Não podemos deixá-la umas horinhas nos avós para descansar o corpo ou para namorar mais calmamente. Não vou mentir e dizer que é sempre fácil, claro que não mas a vida é assim mesmo, independentemente da existência ou não de um bebé. De qualquer forma, desde que ela está nas nossas vidas, a nossa relação enquanto marido e mulher está (ainda) melhor!


Imagens via Google Images

7.27.2012

Ela é um perigo!

Como habitual, a meio da manhã a L. faz uma pequena sesta. Após cerca de 30 minutos a dormir, decidi juntar-me a ela para diminuir o cansaço. Em menos de 2 minutos, comecei a sentir uma mini mão a tentar furar-me o olhos, a apertar-me o nariz e a boca, alguém estava a tentar desfigurar-me! Preciso dizer quem?! E pronto, acabou o sono e começou a brincadeira.


Como ela ainda não lê o blogue, aproveito para dizer que é a melhor "tortura" do mundo!

7.18.2012

O parto

Tive 8 meses (sim, ela nasceu mais cedo) de gravidez sem problemas, com um susto ou outro, sempre provocados por mim mesma. Estava constantemente com medo que a minha bebé não estivesse bem e chegava a duvidar das capacidades do médico que me seguia. A verdade é que tudo correu como ele previa.

O parto nunca me assustou, nem sequer tinha medo das contracções e das dores que diziam que sentíamos. No dia, em que finalmente pude sentir esse misto de emoções, nada mudou. Continuei calma, sem medo e muito ansiosa. A minha grande preocupação era a saúde da minha filha.

Portanto, eu sou daquelas sortudas que pode dizer que dar á luz é super fácil e nada de traumatizante. É das coisas mais bonitas que uma mulher pode passar.

7.05.2012

Epidural droga o bebé?

"Eu não queria drogar o meu filho" disse a modelo Miranda Kerr sobre ter optado por não usar epidural no parto do seu primeiro filho.

Segundo Miranda, os bebés cujas mães não receberam epidural, vão directamente para o peito mamar. Os outros, diz ela, não são tão receptivos pois ficam um pouco drogados.

Sinceramente não sei o que pensar sobre tamanho comentário. Talvez eu esteja mal informada mas nunca ouvi falar em tal coisa!


A importância do peso

Foto pessoal
Quando a minha L. nasceu apercebi-me que o controlo do peso começa assim que se nasce. Sendo mais especifica, aos olhos da sociedade, um bebé realmente bonito é aquele que pesa 7kg aos 3 meses (não tirando a beleza aqueles que realmente os tem). Todos os outros que estão abaixo desta linha, são apenas fofinhos.
A minha pequenina nasceu com apenas 2570g e obviamente que ao 1º mês tinha o peso que muitos bebés têm ao nascer. Confesso que fiz muitas comparações e isso deixava-me imensamente triste. Achei que estava a falhar, que ela não mamava o suficiente.

Conheço muitas que só "aparecem" quando é para comentar o belo peso que o filho tem. Eu já não o faço para evitar pensamentos menos agradáveis por parte dessas pessoas. Não é saudável exigir que alguém, principalmente um bebé, tenha determinado peso para ser mais bonito. Aliás, este é um dos grandes problemas da nossa sociedade porém, nunca pensei que fosse a esta escala.

Neste momento pouco importância dou á balança e quero apenas que cresça saudavelmente.

6.07.2012

Lara #1 - O lugar das mãos é ...

Foto pessoal - Lara

... na boca! Pelo menos é onde ela as tem colocado de manhã á noite. A baba é muita e as babetas começam a ser poucas.

Próxima compra: babetes, muitas babetes!

E pensando que a fase das papas e sopas está a chegar é, sem dúvida,  um investimento a fazer. Em breve, a máquina de lavar trabalhará mais vezes.

Um dia de cada vez ...

Foto pessoal - Paris
Meses, muitos meses ... é o tempo que tem passado com tentativas frustadas para criar um blogue. Nunca passo do 1º post (a ver vamos se não acontece o mesmo a este). Começo sempre da seguinte forma: acordo cheia de vontade para escrever o que me vai na alma mas, assim que começo a fazê-lo, lembro-me que afinal não tenho nada de interessante a escrever.

Leio imensos blogues, e é por causa deles que a minha vontade vai junto com o vento. Não sou capaz de atrair tanta gente através da minha escrita e, sinceramente, não me apetece escrever para as moscas (se pelos menos soubessem ler ...).

Mesmo assim tento na esperança que precisem de ler mais sobre mudas de fralda, biberões, stresses no emprego, beijinhos com o marido. Pelo que vou lendo, são assuntos poucos abordados (NOT REALLY). 

Directa ao assunto: somos 2 jovens adultos "perdidos" pelas terras francesas, com uma bebé, muita responsabilidade e vontade voltar para o nosso Portugal. Como este último um desejo está parado no tempo, lutámos por um futuro mais colorido, longe daqueles que nos são mais queridos. Longe da familia mas perto de muitos outros portugueses que tentam alcançar o mesmo objectivo.

Um dia de cada vez ...


Agora é só guardar e publicar! Este foi fácil (com umas quantas paragens pelo meio para tratar da princesa) , espero conseguir fazer o mesmo no próximo ...