22:00 - Deita a bebé na cama. No alto da minha inocência, peço uma noite bem dormida;
22:30 - Bebé chora e não quer ficar na cama dela. What a surprise!;
22:40 - Pai coloca bebé na cama que ela realmente gosta mas ela acha que 30 minutos foram suficientes para descansar e recusa-se a voltar a adormecer;
23:00 - Continua acordada ....
00:00 - Adormeceu? Não, ainda acordada ....
01:00 - Adivinham?
02:00 - Nem preciso dizer nada ...
03:00 - Não foi desta ...
04:00 - Ufa o cansaço venceu! Agora vai ser até ás 09:00, penso eu;
06:30 - Yeah, já chega de dormir!;
06:30 - 09:30 - Bebé passa pelas "brazas" mas nunca mais dormiu sossegada (se é que isso alguma vez acontece).
Quem quer uma noite destas?! Dou com todo gosto e agrado, sem qualquer tipo de contrapartida. Juro!
É desesperante.
1.31.2013
1.30.2013
Medo da partilha
Tenho muita dificuldade em partilhar as minhas conquistas e alegrias com as outras pessoas. Não sei bem porquê ... ou talvez saiba. Normalmente, tento "fechar" a boca a 7 chaves e usufruir do momento apenas com quem confio, diga-se, nem meia dúzia de pessoas.
Raramente consigo manter a boca fechada e acabo por contar a meio mundo, arrependendo-me logo de seguida. As pessoas são demasiado frias e invejosas para se sentirem igualmente felizes por alguma conquista nossa.
Raramente consigo manter a boca fechada e acabo por contar a meio mundo, arrependendo-me logo de seguida. As pessoas são demasiado frias e invejosas para se sentirem igualmente felizes por alguma conquista nossa.
1.28.2013
São os picos da maternidade #1
Por volta das 7:00 da manhã começou o rodopio na cama: vira para a direita, vira para a esquerda, de barriga para cima, de barriga para baixo. "OK! Já percebi que não queres dormir mais, podes parar, por favor!"
Já fez 11 meses mas as noites estão cada vez piores. A cama de grades, segundo me parece, é um monstro aos olhos dela. E a nossa? Essa parece-me ser um verdadeiro paraíso pois, assim que acorda e percebe que está junto do "monstro", chora até que peguemos nela e a tragamos ao "paraíso". Não me espanta afinal, não é ela que passa a noite quase a cair, a levar com pés nas costas ou a levar puxões de cabelo.
Há dias assim, em que acordo mais cansada do que quando me deitei.
Já fez 11 meses mas as noites estão cada vez piores. A cama de grades, segundo me parece, é um monstro aos olhos dela. E a nossa? Essa parece-me ser um verdadeiro paraíso pois, assim que acorda e percebe que está junto do "monstro", chora até que peguemos nela e a tragamos ao "paraíso". Não me espanta afinal, não é ela que passa a noite quase a cair, a levar com pés nas costas ou a levar puxões de cabelo.
Há dias assim, em que acordo mais cansada do que quando me deitei.
1.13.2013
Lamechas
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Eu sou do mais sentimental que há! Sou daquelas pessoas que chora baba e ranho com a felicidade dos outros e fica abalada com algum acontecimento triste. Apesar de algo tímida, crio empatia imediata com pessoas que me pareçam simpáticas no primeiro minuto de conversa (mesmo que seja através do blogue). Infelizmente, os meus poucos anos de vida ensinaram-me a nunca confiar em ninguém mas, bem lá no fundo, guardo um bocadinho de esperança (esperança que sejam realmente como se mostram) para cada ser humano que se cruza comigo.
1.09.2013
Devagar mas de volta!
Passou muito tempo desde a última vez a que me dignei passar por cá e tirar as teias de aranha. E agora que digo escrevo isto, penso que os últimos posts têm começado mais ou menos da mesma maneira que este. Que vergonha!
As férias em Portugal já acabaram, correram muitssimo bem mas, como esperado, passaram rápido demais. Passaram tão rápido e com a certeza de que poderiam ter sido mais bem aproveitadas. Todos os anos o sentimento é o mesmo.
Chorei muito (mesmo muito) na viagem de volta a França. Penso que não vale a pena perder a companhia da minha familia para ganhar "meia dúzia de tostões". Depois, passa. Bem sei que essa "meia dúzia de tostões" são importantes para nós e, principalmente, para a nossa pequenina. Jamais arriscaria perder tudo o que tenho por causa das saudades. Mesmo assim, dói .... dói como se fosse o meu último dia de vida.
Os meus dias são bastante ocupados porém, ocupam-me o corpo mas não a cabeça. A cabeça, essa, raramente muda de pensamento.
Aos poucos, vou reconquistando o ânimo e voltando á normalidade.
As férias em Portugal já acabaram, correram muitssimo bem mas, como esperado, passaram rápido demais. Passaram tão rápido e com a certeza de que poderiam ter sido mais bem aproveitadas. Todos os anos o sentimento é o mesmo.
Chorei muito (mesmo muito) na viagem de volta a França. Penso que não vale a pena perder a companhia da minha familia para ganhar "meia dúzia de tostões". Depois, passa. Bem sei que essa "meia dúzia de tostões" são importantes para nós e, principalmente, para a nossa pequenina. Jamais arriscaria perder tudo o que tenho por causa das saudades. Mesmo assim, dói .... dói como se fosse o meu último dia de vida.
Os meus dias são bastante ocupados porém, ocupam-me o corpo mas não a cabeça. A cabeça, essa, raramente muda de pensamento.
Aos poucos, vou reconquistando o ânimo e voltando á normalidade.
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